terça-feira, 17 de abril de 2012
segunda-feira, 16 de abril de 2012
MODELOS DE PLANOS DE ENSINO - UFERSA/PARA ESTAGIÁRIOS DA LICENCIATURA
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO-MEC
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ARIDO – UFERSA
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO - PROGRAD
CURSO: DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
ERIVALDO
LAURINDO GOMES
PLANO DE ENSINO
AREIA BRANCA/RN
2012
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO-MEC
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ARIDO – UFERSA
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO - PROGRAD
CURSO: DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
ESCOLA MUNICIPAL
PROFESSORA GERALDA CRUZ
DISCIPLINA: Ciências
ESTAGIÁRIO: Erivaldo Laurindo Gomes
TURMA: 8º HORÁRIO:
·
OBJETIVO
GERAL:
·
OBJETIVOS
ESPECÍFICOS:
·
CONTEÚDOS:
·
METODOLOGIA:
·
AVALIAÇÃO:
·
CRONOGRAMA:
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DATA
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CARGA HORÁRIA
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OBJETIVOS
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CONTEÚDO
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METODOLOGIA
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AVALIAÇÃO
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17/10
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1H/A
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Compreender
a importância da probabilidade nos
estudos genéticos
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Eventos
aleatórios.
Probabilidades
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Aula expositiva
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Participação
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22/10
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2H/A
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Participação e
resolução de conteúdos
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REFERÊNCIAS
sábado, 14 de abril de 2012
Crocodilos albinos chegam a zoológico francês
Eles vieram dos Estados Unidos e passarão por adaptação.
Os animais viverão em ambiente com outros 200 crocodilos.
Peixe-boi de água salgada consegue captar ruído ultrassônico, diz estudo
Habilidade compensaria visão turva, devido a habitat marinho.
Animal é considerado vulnerável na natureza, segundo organização.
Barulho de motores de lanchas e de motos aquáticas pode prejudicar a audição do peixe-boi-marinho (Trichechus manatus), de acordo com estudo realizado pelo Laboratório e aquário marinho Mote, dos Estados Unidos.
O resultado de análises feitas durante 14 anos, publicado nesta semana
no “The Journal of Experimenta Biology”, mostra que por viverem na
profundidade em algumas regiões da costa dos EUA, onde normalmente tem
pouca luminosidade, os mamíferos aquáticos "reforçaram" sua audição e
conseguem captar frequências ultrassônicas.
Isto o ajudaria, por exemplo, a distinguir ruídos como o de uma lancha
se aproximando -- um potencial caçador. Entretanto, segundo os
pesquisadores, a detecção de barulho pode não ocorrer de forma completa
quando os animais estão dormindo.
Apesar da audição "eficiente", que, teoricamente, ajudaria essa espécie
a sobreviver e escapar de ameaças, os cientistas querem descobrir o
motivo do peixe-boi-marinho corre risco de desaparecer. Segundo a União
Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês),
o peixe-boi de água salgada é considerado vulnerável na natureza.
Clarear superfícies das cidades pode reduzir aquecimento global, diz estudo
Telhados e ruas mais claros refletiriam raios do Sol e reduziriam temperatura.
Menor uso do ar condicionado também diminuiria emissões de CO2.
Mudar a cor dos telhados e da pavimentação das ruas de todo o mundo pode reduzir o aquecimento global e, por consequência, também nível de poluição. A conclusão é de um estudo canadense publicado nesta sexta-feira (13) pela revista científica “Environmental Research Letters”, que simulou o efeito que a medida teria em longo prazo.
A ideia dos cientistas é deixar a superfície das cidades mais claras
para aumentar o reflexo dos raios solares. Quanto mais escuro é um
objeto, mais ele absorve o calor. Cidades mais claras seriam, portanto,
também mais frescas para seus habitantes.
Se os prédios passarem a ter temperaturas mais amenas, a tendência é
que o uso do ar condicionado diminua. Com isso, cairia o consumo de
energia elétrica. Como a maior parte da eletricidade do mundo é
produzida por usinas termoelétricas a carvão e a gás, as emissões de CO2
também diminuiriam.
Os autores acreditam que é possível reduzir as emissões de CO2 em até
150 bilhões de toneladas. O número corresponde à poluição produzida por
todos os carros do mundo ao longo de 50 anos.
Naturalmente, seria muito complicado mudar todos os telhados e a
cobertura de todas as ruas do mundo de uma vez só. No entanto, os
pesquisadores ressaltaram que os telhados são trocados a cada 20 ou 30
anos, e que as ruas precisam ser repavimentadas, em média, a cada dez
anos. Seria possível, assim, aproveitar as trocas para aplicar
superfícies mais claras, que trariam o resultado desejado.
FONTE:
http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/04/clarear-superficies-das-cidades-pode-reduzir-aquecimento-global-diz-estudo.html
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